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Blog de edith
 


                                                                                                Amazônia     

Alteração no regime das chuvas

 

    Cientistas brasileiros e americanos , usando imagens de satelites e dados obtidos  de balões metereológicos chegaram a conclusão  de que a perda de vegetação muda o tipo de distribuição de vapor nos céus da floresta.

    A derrubada de ávores favorece a formação de nuvens "rasas" que são diferentes das nuvens "profundas",  decorrentes de chuvas abundantes.

    Esse estudo vem demonstrar que o desmatamento faz a floresta ficar mais seca. Isto corrobora com os estudos que preveem a conveersão da Amazonia em savana.

     Quando a floresta é retirada  juntamente  com a sua cobertura vegetal há uma modificação no ciclo energético. A floresta que retém bastante agua  tem um ciclo de energia bastante diferente da que é mais seca.

      LuIz Augusto Machado,pesquisador do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos do Inpe( Instituto Nacional  de Pesquisas Espaciais) afirma que certamente vai ser criado um diverso cenário climático na  Amazonia em consequência das devastações que ali se processam. Rafael Bras, da Universidade da California explica que a floresta se assemelha a um oceano e como tal fornece o vapor d agua que alimenta as nuvens "profundas" tão necessárias  a formação abundante das chuvas  e do ciclo energético das terras.

 

      Ver:

      Folha deS.Paulo

      CIÊNCIA   A14

      S.Paulo -18/02/2009

 




 




Escrito por edith às 12h11
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                                                                                                                                                                             Museu Afro-Brasil

            Ao escolhermos  o Museu Afro-Brasil como tema de  trabalho para 0 Curso de Museologia do Núcleo de Divulgação Cieentífica da E.C.A. U.S.P, a nossa intenção precipua foi colaborar na divulgação de uma obra que, a nosso ver, corresponde na íntegra a mais nova orientação museológica atual. Fomos atendidos, após um agendamento telefonico pela coordenadora do Núcleo de Educação, a pedagoga Ana Lucia Lopes que nos forneceu gentilmente todos os dados sobre a parte educativa do Museu.
        É preciso evidenciar que um museu nunca é uma obra totalmente realizada.  Sendo um organismo vivo, está sempre em evolução e sujeito a transformações de sua época, mesmo mantendo vivas as suas tradições passadas. Mas, mesmo observado sob esse ângulo é surpreendente o já realizado pelo Museu Afro-Brasil, pois apenas acabou de celebrar o seu segundo aniversario. Está localizado num ponto accessivel e conhecido da população paulista, o Parque do Ibirapuera no local que já foi sede da prefeitura de São Paulo.
         Será sempre impossivel separar o museu da figura de seu ideólogo e atual curador Emanoel Araújo, que alem de ser artista plástico é dotado de grande talento e experiencia administrativa, sendo possivel destacar no seu notavel curriculo a sua gestão como curador da Pinacoteca que é inegavelmente, o mais atual museu de São Paulo.
         Encarado sob a nova ótica museológica, o Museu Afro-Brasil procura atingir na integra as suas metas humanas e politicas e o faz através de suas funções educativas: exposições, cursos diversificados, seminarios, oficinas e jogos. Uma das atividades interessantes é o Projeto Negras Palavras que procura ressaltar a oralidade da palavra através de oficinas, seminários e depoimentos de contadores de histórias, concluindo que: "escrita é uma coisa, e o saber é outra. A escrita é a fotografia do saber, mas não é o saber em si".  Outro item didaticamente bem colocado é um caderno onde o acervo é descrito a partir dos núcleos, onde cores diferentes os marcam, sendo essas cores as mesmas que os identificam no museu. Há um roteiro que ajuda a reconhecer as obras ai colocadas.
         O museu está aberto ao publico, gratuitamente,   das terças-feiras aos domingos, recebendo uma media de 12.000 pessoas por mês, entre visitas agendadas ou expontaneas. Não só escolas o procuram, mas também professores de varias localidades.

Edith Cavalcanti
Felipe Modanese





Escrito por edith às 14h05
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Tese de doutoramento

          No dia 05 março de 2009, sera o lançamento do livro "Profissão Artista: Pintoras e Escultoras Academicas Brasileiras", de Ana Paula Cavalcanti Simioni (dra e professora da USP), na Livraria Cultura da Av.Paulista, a partir das 19 horas.

          Segundo o artigo de Lilla Moritz Schwarcz(professora titular do Depto de Antropologia de USP), publicado no jornal "O Estado de São Paulo", no dia 01 de fevereiro de 2009, a obra impressiona pela sensibilidade da autora e pela pesquisa inedita.

          Ana Paula descreve a situação da mulher no setor de arte durante o seculo XIX considerando que isso parecia ser uma atribuição exclusivamente masculina.

            Nesce ambiente, que se marcava pela avaliação inferiorizada das mulheres, consideradas como sexo fraco, é que Ana Simioni desenvolve a sua pesquisa.



Escrito por edith às 17h34
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